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O ÁLBUM

SAMBA DO MARCOS

Marco Mattoli avança a linha evolutiva do samba paulista em seu primeiro álbum solo "Samba do Marcos".

 

Marco Mattoli, conhecido como cantor e compositor do Clube do Balanço, lança o álbum "Samba do Marcos" renovando a tradição do samba paulista com composições originais. Trabalho que mapeia, resgata e contribui para a linha evolutiva do samba paulista chega às plataformas digitais em 24 de agosto.

Por Marcos Lauro

 

“Samba do Marcos”. É. Você não leu errado. O novo álbum de Marco Mattoli se chama mesmo “Samba do Marcos, com essa letra "s" a mais no final. “É mais um toque paulista. Ninguém aqui consegue me chamar pelo meu nome de batismo, o italianíssimo Marco. Sempre falam "Marcos." Aí achei divertido pensar que “Marcos” seria essa minha persona artística no samba”, explica o músico.

 

Diversos ritmos aparecem no lançamento, do samba de roda ao samba choro, do samba que remete ao interior paulista e sua viola caipira até o samba com a sonoridade mais cosmopolita, para ouvir na cidade grande.

 

Mattoli faz um panorama sobre o gênero com o apoio de gente como Renato Dias e T. Kaçula (fundadores do bloco carnavalesco Kolombolo Diá Piratininga), Roberta Gomes (cantora e parceira de composição de Mattoli desde o primeiro álbum do Clube do Balanço, de 2000), Luis Vagner (outro grande nome do balanço), o rapper Flávio Renegado e Pélico, entre outros parceiros e parceiras de composição que ilustram o álbum.

 

“Demorei muitos anos para criar coragem de arriscar um disco de samba. Sempre pensei que pra gravar meus sambas, faltava ainda um pouco mais de estrada, de histórias pra contar, de assuntos pra cavar. Agora pensei ‘tô ficando velho’ e acho que isso pode ser uma boa coisa para quem quer fazer samba”, diz Mattoli.

 

A produção é de Jesus Sanchez (Clube do Balanço, Pélico). “Ele me ajudou a pensar antes de sair gravando, filosofar sobre o que eu queria com esse disco e conceituar direito qual caminho sonoro e artístico iríamos seguir. Ele me ajudou a ver que as coisas que a gente adorava no samba eram muito simples, com poucos instrumentos. Então, chegamos nesta ideia de um disco sem baixo, sem bateria, sem instrumentos elétricos e com um mínimo de percussões possível”, conta Mattoli, sobre a produção de “Samba do Marcos”.

SOBRE

MARCOS

 

MARCO MATTOLI

A história de musical e Marco Mattoli se confunde com a história do samba-rock moderno, e seu re-descobrimento nos anos 2000.
Em 1990, ele funda a banda “Mattoli e os Guanabaras”, onde mostra composições que já buscam a fusão do samba brasileiro com as música pop. Eles lançam seu primeiro álbum pela gravadora eldorado, de onde sai seu primeiro sucesso de samba rock nos bailes, "Correndo ao encontro dela".


Seu segundo disco, "Balanço bom é coisa rara" já mira a reinvenção do samba-rock, e além de regravar alguns dos clássicos do gênero, segura a nega (luis Vagner- bebeto) e kid brilhantina (bedeu/branca di neve), já traz as primeiras versões das composições autorais que viriam se tornar clássicos, como "saudade da preta" e "Aeroporto".
 

Neste disco ele chama para gravar e excursionar aqueles músicos que viriam a formar em 1999 a banda Clube do Balanço.
 

Em 1999, junto dos parceiros Edu Salmaso (baterista), Gringo Pirrongelli (baixista), Tiquinho (trombonista), Fred Prince (percussionista), Marcelo Maita (tecladista), Reginaldo Gomes (trompete) e Tereza Gama (voz), ele funda a banda Clube do Balanço.

 

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